Apresentação do Recital de Instrumentos CTMDT - Contrabaixo: Augusto Máximo
Performance: Augusto Máximo
16/11/2012
Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #4 - Gerando uma Rede de Jovens
Na postagem passada estávamos falando sobre como surgiram as Redes de Jovens, citei algumas redes de jovens atuantes no Amapá, e os diferentes tipos de redes existentes. E em postagens mais antigas falei do que uma rede não pode ser (Culto Superficial e Célula Superficial).
Acredito que para você cada artigo tem sido uma “escola” de líderes ou interessados em Rede de Jovens, mas também pode ser que você sentiu-se inspirado ou demandado (por sua igreja) a criar (liderar) um grupo de jovens ou abrir uma rede. Este artigo será seu ponto de partida, é aqui que tudo começa do “0” (zero) para abrir um movimento com jovens.
Pensei diversas vezes como iniciar esta postagem e conversando com alguém que eu confio muito me aconselhou a começar pela seguinte pergunta: “Por que/Pra quê uma Rede de Jovens?” - realmente esse é um ótimo começo. Então antes de começar a planejar tudo se pergunte POR QUE EU QUERO LIDERAR/ABRIR UMA REDE DE JOVENS?
- Uma Rede de jovens não é apenas um encontro de amigos,
- Apesar de encontrá-los na rede sempre
- Uma Rede de jovens não é evento
- Apesar de estar recheadas deles
- Uma Rede de jovens não é apenas diversão
- Apesar de nos divertirmos em muitos momentos nela
- Uma Rede de jovens não é uma escola Bíblica
- Apesar de lermos a Bíblia e ensinarmos a Verdade
- Uma Rede de jovens não é apenas uma ocupação na semana
- Apesar dela ocupar um ou mais dias em nossa semana
- Uma Rede de jovens não é reunião
- Apesar de haver algumas que nem se parecem com uma.
- Uma Rede de jovens não é gincana
- Apesar de algumas vezes haver brincadeiras
Afinal QUAL O PROPÓSITO? QUAIS AS MOTIVAÇÕES QUE VOCÊ POSSUI PARA CRIAR UM MINISTÉRIO JOVEM?
Se você está buscando abrir uma rede de jovens baseado em: modismos, truques ou fórmulas prontas, ESQUEÇA! Rede de Jovens deve transcender eventos, diversão, estudo bíblico, agenda, reunião, encontro de amigos (festinha) e etc. A razão que deve mover seu coração é a necessidade de não haver outra maneira de sobreviver se não for percebendo, ajudando e inspirando o próximo. Não caia no erro de muitos líderes assumirem um ministério de jovens para adquirir status ou criar uma rede de jovens porque é modinha hoje. Primeiro princípio: faça essa pergunta para Deus; “Por que ele deseja que você seja líder de uma Rede de Jovens?”
Eu estou lendo um livro chamado “Um Ministério com Propósitos” (Doug Fields). Um livro que eu recomendo muito para você líder, o autor é líder de jovens da Igreja Saddleback, seu Pastor, Rick Warren, é o escritor do famoso livro “Uma Igreja Com Propósitos” que com certeza você ou seu pastor já ouviram falar. Doug dá muitas dicas para líderes de jovens, finalmente um livro mais específico. O livro traça nove sólidos princípios para um líder de jovens e são estes:
1 - Estar cheio do Poder de Deus;
2 - Possuir Propósitos: Determinar motivos pelos quais o ministério existe;
3 - Público em Potencial: Identificar que jovens desejam alcançar. Na postagem anterior falei de 3 gêneros de Redes de Jovens, são elas: rede de células (jovens da Igreja), rede de alunos (evangelismo escolar), rede interdenominacional e missões urbanas (jovens de igrejas diferentes trabalhando para missões urbanas);
4 - Programas: cumprir propósitos e alcançar o público em potencial com eventos e intervenções específicas;
5 - Processo: mostrar como você pretende conduzir seu público em direção a maturidade espiritual;
6 - Planejamento de Valores: Identificar as convicções e procedimentos que ajudarão a fortalecer seus propósitos;
7 - Pais: unir-se a família para conseguir um ministério com jovens mais forte;
8 - Participação dos Líderes: Dividir tarefas e funções, conduzir a outros a bordo ajudando a comprir os propósitos da Rede.
9 - Perseverança: Saber como concentrar-se, renovar-se e sobreviver!
Como já havia mencionado que primeiro vem a pergunta à Deus, logo se ele está lhe chamando para este tipo de trabalho, certo que ele estará lhe capacitando. Capacitar não significa ficar esperando cair do céu tudo. Busque se aprofundar no estudo á Palavra de Deus, seus liderados não vão querer seguir alguém que é seco das Palavras de Vida, que apenas podem vir de uma vida de busca a Deus, nisso estará cumprindo o 1º Princípio.
Após a busca tenho certeza que Deus lhe dará a direção do propósito pelo qual ele lhe chamou para construir uma Rede de jovens. O propósito está ligado ao gênero de Rede que você está abrindo, seja ele da Igreja Local (célula das células), de evangelização escolar/acadêmica ou urbana/interdenominacional. E então comece a Gerar!
COMECE A GERAR
Usei esta palavra “gerar” porque achei a palavra que mais chega perto do que significa “dar existência a, criar, dar origem a”. Quando falamos de “gerar” é bem comum passar por nossa cabeça uma mãe grávida e não quero descaracterizar esse estereótipo, quero usá-lo para explicá-lo sobre a responsabilidade de cuidar de jovens. Não porque é muito semelhante, mas porque assim como gerar uma criança exige uma grande responsabilidade, cuidar de jovens também.
Observe que uma mãe quando em seu ventre está gerando uma criança ela precisa ter uma mudança radical em sua rotina de vida: de alimentação saudável, de prevenção e preparação para o nascimento do bebê. Assim também o líder que está gerando um ministério precisa mudar radicalmente sua intimidade com Deus, a alimentação da Palavra de Deus deve ser saudável e mais sólida, portanto ele deve estudar as Escrituras, fazer cursos teológicos e ler livros que lhe sustente nesta caminhada. Mas a alimentação não é apenas estudo Bíblico, é também o devocional, sua vida de intimidade a sós com Deus que trará a você a comunicação ininterrupta com o Espírito Santo. Logo, suas estratégias, projetos e planos estarão alinhados nAquele que é o feitor de todas as programações.
A prevenção do líder de jovens começa orando e apresentando os seus propósitos a Deus, logo depois é participando de outras redes e consultando outros líderes mais experientes que possam lhe dar conselhos do que evitar; dos pós e contras; das dificuldades e os benefícios; isso irá preparar mais ou menos sua visão daquilo que você enfrentará com o seu trabalho de Rede de Jovens. Não cometa o erro de usar a inteligência sem antes ter usado da sabedoria. Muitos líderes novos de jovens passam anos para aprender a liderar, que se antes, tivessem parado para ouvir líderes mais velhos, teriam economizado muito mais tempo e dor de cabeça. Então se previna orando e conhecendo.
Se você acha que tudo o que já foi dito é preparar-se de verdade está enganado, porque assim como os exames, a alimentação correta, a prevenção do bebê da mãe que está grávida ainda não é tudo, para o líder de jovens, que está já com os dois outros requisitos prontos, mesmo assim, é agora que ele começará a se preparar de verdade. É aquele momento em que os Pais da criança, depois que descobrem o sexo do bebê, começam a comprar os enxovais, a arrumar o quarto, enfim, isso sim é preparar para no nascimento. Aí tem chá de bebê e etc. O líder de jovens deve também preparar seus materiais, não só o local onde ele fará os encontros nem os recursos que usarão, mas ele deve se preparar principalmente para ter uma “Declaração de Propósitos”, depois logos, slogan, arte de camisas, projetos, eventos e etc.
A Declaração de Propósitos nunca havia visto como uma responsável ferramenta na Rede de Jovens. Mas não tê-la é como entrar em crise existencial. Imagine que é como não saber o sexo da sua criança. Logo você não saberá que tipo de roupa comprar, nem que cor pintar o quarto, ou que gênero de brinquedos terá que comprar. Não ter uma declaração de propósitos é estar arriscando e muito pior é não ter se quer Propósitos, isto é suicídio ministerial.
Imagine alguém (se isso já não aconteceu) chegando com você e perguntando sobre qual é o Propósito de sua Rede de Jovens. Imagine que ela também pergunte: “O que afinal é isso?”, me responda como definir se ao menos você não possui idéia do que se trata ainda e acabar respondendo: “Sei lá, Deus me pôs nesse negócio e ainda não entendi pra quê serve”. É claro que você não irá fazer isso, tenho certeza que você vai improvisar mais ou menos do que se trata e assim balbuciar alguns propósitos bonitos que ainda não cumpriu. Já cheguei a prestigiar momentos em minha própria Rede de Jovens que cada um dava um propósito diferente para cada pessoa que perguntava... Isso porque ainda nada estava definido, tudo fazia parte. É bem utópico e também arriscado o que eu fiz [breve comentarei mais em uma postagem sobre isso]
A declaração de Propósitos só pode ser feita a partir de Propósitos já preexistentes. Primeiro escreva para você mesmo quais os objetivos da Rede de Jovens e qual o Público que você deseja atingir. Na próxima postagem lhes ensinarei como construir sua Declaração de Propósitos, a partir do que você já fez.
Espero que estejam gostando dos artigos, apesar de serem um pouco grandes. É muito difícil resumir tantas experiências. Para você que não passou por esse processo de Gerar uma Rede de Jovens e já começou no “Parto”, não se preocupe ainda dá tempo para você também aderir princípios e propósitos.
Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos eMovimentos] durante estas semanas. Caso queiram conversar sobre o assunto, esclarecer idéias, poste seu comentário a baixo ou envie-me um email.
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Sobre Augusto Máximo:
Bacharel em Letras pelo Instituto de Ensino Superior do Amapá - IESAP
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)
Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #3 - Redes de Jovens
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| Redes de Jovens: "SEVEN", "NAUM SEJA + ZUM", "ÁGAPE", "RADAR" |
Nas postagens anteriores falei sobre Cultos Superficiais e Célula Superficial e tratei de explicar o que o ministério de jovens não deve ser apenas um culto ou célula. Hoje abordarei um dos mais esperados assuntos sobre liderança de jovens, as “Redes de Jovens”. Já a 2 anos que trabalho liderando Rede de Jovens e posso, com um pouco de conhecimento explicar sobre o assunto.
Uma coisa curiosíssima: não encontrei nada na internet que falasse sobre como surgiram as redes de jovens, o que se tem é como surgiram as redes de jovens e adolescentes já existentes. E nem veremos uma data detalhada que possa dizer quem fora o mentor ou o primeiro a usar o nome “Rede de Jovens”, contudo fiz uma pesquisa com a história da Igreja e pude encontrar alguns indícios de como elas vieram a surgir.
Há mais ou menos até 12 anos atrás nunca ouviríamos este nome “rede” se referindo a Grupos de Jovens, o nome usado antes eram “ministério de jovens”, não mais que isso. Um tempo depois que surgiram as células [falo um pouco sobre o surgimento em “Células Superficiais”], este nome começou a ser mais usado, mas antes mesmo de células já existiam redes de jovens, hipótese ter sido os primeiros momentos que se ouve falar sobre “rede de jovens” foi com os movimentos de evangelização nas escolas e faculdades. Uma estratégia mais aceitável sobre um nome neutro e muito defensivo quanto a causa. As Redes de Jovens nas Universidades compreendiam em um entrelaçar dos grupos de cursos e horários diferentes, como tribos, e quando estavam unidas chamavam de “Rede”, muito usado quando faziam conferências entre as outras faculdades e universidades, cada instituição era conhecida como uma rede única composta de vários grupos de jovens de cursos diferentes, horários diferentes e até de semestres diferentes, porém de uma mesma universidade. Nesses congressos e conferências juntavam as redes de jovens de diversas faculdades não só para eventos de adoração ou palavra, mas também para discutir política, assuntos de grêmio estudantil, e novas ações para ampliar o evangelismo.
Mais adiante, como bem sabemos, muitas igrejas aderiram ao trabalho de grupos pequenos e na maioria delas as células foram divididas por faixa etária, então automaticamente pela demanda de jovens, surgiam as células de jovens. As células (como grupos pequenos) tinham que se dividir em várias, já que a igreja possuía muitos jovens para 1 ou 2 células apenas.
Quando as células se uniam para um evento sendo ele entre a mesma igreja ou com as outras denominações, não cabia chamar o nome de todas as células como se estivessem separadas, então fora optada por chamar de “Rede de Jovens” - no caso significa o coletivo de células de uma mesma denominação:
Atualmente o significado começou a ampliar, uma atitude muito rara é vermos igrejas em trabalho interdenominacional, nós chegamos a dar “Glória Deus!” por ver elas obedecendo a Bíblia e fazendo algo juntas em prol do Reino. (Sim!) É possível, há casos de Igrejas unindo as suas Redes de Jovens (não necessariamente usando esses termos) em uma só rede (rede das redes) para trabalhar. Vemos isso muito em Convenções, as quais não necessariamente as igrejas são de mesma denominação ou placa denominacional. Posso citar um Congresso de Jovens (JUBAN) que participei em Macapá-AP realizado pelas igrejas da Batista Nacional mais a Igreja Shalom. Digo que fora um dos melhores que prestigiei e trabalhei.
Vamos ver muito isso com igrejas que já possuem um peso histórico de experiências eclesiásticas a ponto de um amadurecimento que os promove a realizar tais eventos - Para o Reino.
Nem Toda Rede é um Coletivo de Células
Isso mesmo! Acabamos de visualizar na imagem a cima um desenho que mostra a coletividade das células formando a Rede, só que nem toda rede é coletivo de células. O nome “Rede Jovens” hoje em dia tem sido usado muito mais para substituir o nome: “ministério de jovens” porque dá um sentido mais abrangente e estrategista. Apesar que alguns acham que é porque fica mais esteticamente bonito (e não deixa de ser uma verdade algumas vezes), mas nunca devemos esquecer que realmente não é este o foco.
Em Macapá - AP pouco se ouvia falar de “ministério jovem”, a única imagem estereótipo que tínhamos se trava de cultos superficiais, em outras palavras: “uma chatice de sempre”. Nada tão grande quanto alguns congressos, e o surgimento das células e/ou grupo de jovens. Até então que começou a se ouvir falar das redes de jovens, Umas das primeiras no Estado do Amapá que ouvi falar era a Seven, depois Radar e a Ágape, nesse ínterim estava a Rede Naum Seja + Zum (breve falarei mais sobre ela). Encontrei algumas particularidades muito incríveis nelas que hoje posso ponderar sendo o que Macapá estava precisando. De certa forma contemplei um avivar da juventude macapaense surgindo nas Redes de acordo com estas particularidades. Exemplo:
Seven: uma rede de jovens estudantis, mobilizam ações nas escolas e faculdades ou universidades.
Naum Seja + Zum: Rede interdenominacional de jovens com ações voltadas para missões urbanas.
[breve mais detalhes sobre cada Rede em novas postagens]
Atualmente existem mais redes atuando no estado. Abordei nesta postagem sobre elas porque este movimento tem crescido consideravelmente e consolidado multidões de jovens. Desde então as Redes não são mais apenas a coletividade de grupos pequenos e diferentes, percebo que as redes são grupos amadurecidos ministerialmente e que estão realmente construindo e despertando o avivamento no meio dos jovens cristãos.
Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos e Movimentos] durante estas semanas. Caso queiram conversar sobre o assunto, esclarecer idéias, poste seu comentário a baixo ou envie-me um email.
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Sobre Augusto Máximo:
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)
EVENTOS - Oficina G3 Volta à Macapá - AP
No dia 29 de Setembro a banda de Rock Cristão Oficina G3 se apresenta no Sambodromo no festival Gospel Aviva Amapa no Meio do Mundo. A banda volta ao Estado dois anos depois do lamentável caso de preconceito religioso que acarretou no cancelamento de um show (http://jessyalternativa.blogspot.com.br/2010/04/lamentavel-oficina-g3-e-vitima-de.html), frustrando os fãs da banda que apenas agora poderão desfrutar do show DDG da banda.
Aviva AmapáLocal: SESI (Leopoldo Machado - Trem)- [ATENÇÃO: ESTE É O NOVO ENDEREÇO!]Horário: 20h Ingressos 20,00 R$
Infos:
(96) 32512433/91996171/88043275/81116340claudiane_ap@hotmail.comclaudiane.ap@gmail.comSOBRE O OFICINA G3A utilização dos mesmos ritmos e linhas melódicas num estilo romântico já foram características da música evangélica no Brasil que hoje é lembrada como forma tradicional dentro das igrejas. A tendência mudou e hoje instrumentistas, cantores e todo o segmento do áudio e fonográfico se profissionalizaram tornando-se um mercado bem exigente.Um dos representantes desta visível mudança no segmento gospel da música foi a banda Oficina G3.Além de cabelos coloridos, tatuagens, brincos e guitarras distorcidas, eles foram muito além: levaram sua música para fora das fronteiras mercadológicas, ideológicas e territoriais. Suas letras abordam não apenas temas religiosos, mas também aspectos sociais como combate às drogas, corrupção, injustiças, devastação do meio ambiente, dentre outros, buscando levar uma mensagem que faça diferença na vida das pessoas e no mundo.Com sete discos de ouro, turnês pelo continente americano, Europa, América Latina, Japão e uma agenda lotada durante o ano todo, o OFICINA G3 tornou-se a banda cristã mais conhecida do Brasil, levando multidões às suas apresentações. E boa parte deste público é formado por pessoas que não se interessariam normalmente por esse segmento musical, quebrando, mais uma vez, o preconceito.Mas o reconhecimento do trabalho não é fruto do acaso. Na estrada há mais de 20 anos, seus músicos contam com o apoio de grandes empresas do mercado. Juninho Afram, guitarrista, é patrocinado pelas guitarras TAGIMA e cordas Dean Markley, tendo não apenas um, mas dois modelos signature – uma guitarra produzida totalmente de acordo com as especificações e preferências do próprio músico, vendida com a sua assinatura. Foi o primeiro músico cristão a ter esse tipo de instrumento lançado no Brasil. Respeitado como um dos quatro melhores guitarristas do país, Juninho é compositor, arranjador e já escreveu para as principais revistas de guitarra do Brasil. Nascido em família de músicos, Duca Tambasco é baixista e arranjador, também endorser da Tagima, sendo inclusive o primeiro músico a ter um baixo criado especialmente com a sua assinatura, dentro da “signature series” da empresa. Patrocinado pela Kurzweil, símbolo de excelência em instrumentos musicais, responsável por grandes inovações em teclados e tendo um time de endorsers dos mais respeitados do mundo, com Stevie Wonder, Jon Carin (Pink Floyd e outros), Jordan Rudess (Dream Theater), Alan Howarth (um dos maiores compositores de Hollywood) e Steve Walsh (Kansas), Jean Carllos tem feito escola nos teclados do G3 com seu estilo singular e diferenciado de tocar.De origem paulista, a banda, formada em 1987, tem alguns números impressionantes:· Já se apresentaram em todas as principais casas de show do país, incluindo dezenas de cidades do interior, onde poucas bandas vão.· Foram o único grupo cristão a tocar no Rock in Rio 3.· Fizeram shows em estádios como Pacaembu, Canindé e Maracanã para públicos de até 200 mil pessoas.· Tiveram matérias publicadas em revistas de expressão nacional (Veja, Isto É, Época, Backstage, Guitar Player,Cover Guitarra, Roadie Crew), jornais (Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Jornal do Brasil, Notícia Agora, Estado de Minas, Correio Braziliense e todos os maiores do país, sites (Whiplash!, Terra, UOL, IG) e programas de TV como (Vídeo Show, SPTV, RJTV, Metrópolis, A Noite é Nossa da TV Band, Central MTV, entre outros).· Clips da banda sempre foram veiculados com destaque em canais como Multishow, MTV eprogramas especializados.· Já tocaram por diversas vezes nos Estados Unidos e também Europa (Itália, Suiça) e AméricaLatina (Argentina, Uruguai).· A maior comunidade do “Oficina G3″ no site de relacionamentos “Orkut” possui mais de 260 mil membros, uma das maiores comunidades de bandas nacionais ou estrangeiras no Orkut.O grupo ficou também entre as 50 bandas mais acessadas no MySpace em 2009, 10 e 11 e possui mais de 190 mil seguidores no twitter.· Com dez trabalhos lançados, todos os últimos 7 lançamentos ganharam disco de ouro, superando 1 milhão de cópias vendidas no total. Um grande feito em época de pirataria e mp3.· O CD “Depois da Guerra” venceu o Grammy Latino 2009, levou o grupo pela primeira vez ao Japão e faturou o Troféu Talento 2009 nas categorias “Melhor Banda” e “Melhor Álbum Rock”.· O disco também deu origem ao DVD e Blu-Ray “DDG Experience”, gravado com câmeras de 35 mm digital em alta definição em Santa Bárbara D’Oeste/SP, lançado em 2010, sendo um dos primeiros do país a usar essa tecnologia.
Fonte: blog Tribos AP
Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #2 - Cultos Superficiais e Células Superficiais
Em uma postagem anterior eu falei sobre Cultos Superficiais, que trata-se de uma agenda na igreja que é reproduzido a liturgia domingueira de uma forma mais adaptada para jovens, isso é o que em algumas igrejas chamam de grupo de jovens: jovens responsáveis por um evento e não por um trabalho mais profundo. Agora iremos tratar das células superficiais, que não vem ser algo tão diferente quanto ao culto superficial, tem até uma imagem revolucionária, mas logo se percebe que apenas mudou-se o nome.
O trabalho com grupos pequenos, não é uma novidade, por mais que na sua igreja seja a revolução. Ele já havia surgido na Igreja Primitiva e por algum motivo não mais continuou sendo assim, foi o Pr. Paul Younggi Cho, que inspirado pelo modelo de John Wesley, fundou a Igreja Central do Evangelho Pleno em Seul (Coréia do Sul) e recomeçou a trabalhar com grupos pequenos em sua igreja com o método de grupos familiares, assim se tornando em 1982 o pastor da maior igreja evangélica do mundo. Depois disto que veio surgindo o que chamam de “células” e demais outros.
Outro referencial de líder de igrejas que trabalham com grupos pequenos é Ralph Neighbour (Ministério Igreja em Células, 1997) ele é o responsável pelo nome que vem febreando o mundo, “células”.
No Brasil a visão celular se deu conhecida por René Terra Nova que adaptou um trabalho de grupos pequenos do Pastor César Castellanos ao trazê-lo no Brasil para divulgar o “Governo dos Doze”, ele adaptou o “G12” para “M12”. René era um dos G12 de Castellanos. Essa visão fora trabalhada pela Igreja Batista da Lagoinha (em Belo Horizonte - MG) juntos René e Marcio Valadão propagaram o trabalho G12 pelo país. Tempos depois a Igreja Batista Lagoinha deixou o G12 e foi ao pós-início dos grupos pequenos na visão de trabalho do Pr. Paul Yonggi Cho, adaptadas e ativas até hoje na igreja.
Nesse período que houve a propagação do G12 as igrejas estavam “maravilhadas” com a visão G12 e muitas vezes chegaram a empurrar a força o “celular” ocasionando em divisões e no surgimento do que chamam de “ministérios-igreja”. Também podemos dizer que houve um certo “trauma” de alguns pastores que viram a visão não dar muito certo e desde então ter muitas repulsas ao se quer ouvir o nome: célula.
Ainda hoje existem igrejas trabalhando com modelos G12 ou M12. Esses modelos se tratavam do método de trabalho de acordo com doutrina, metodologia e/ou teologia readaptados ou reproduzidos de acordo com as próprias igrejas que aderiram ao grupos pequenos, assim, formando diversos outros modelos e nomes. Todos estes não deixam de ser grupos pequenos ou células (como podemos nos referir). Quando falo de “células superficiais” não estarei abordando do pressuposto quem é G12, M12 ou MDA, quando falo isso, estou me referindo a todo trabalho em grupos pequenos que não são profundos, assim como os cultos superficiais, as “células superficiais” são preocupados com o momento/evento e não com um trabalho mais profundo com os jovens.
Já conversei com muitos jovens de igrejas diferentes e o que eles tem a dizer na maioria das vezes sobre as células é que o líder não parece gostar muito dele, ou que estão muito preocupados em números na pequena célula, mas não preocupados com seus liderados. Um problema visível era que em algumas Igrejas o “modelo de células” se tornou tão efetivo que acabaram trocando alguns cultos que seriam para falar de Jesus e pregar o evangelho para ser reuniões de células apenas. Depois o surgimento de uma espécie de status e competição surgiu dentro do modelo usado pelas igrejas. Então muitas destas igrejas tem se tornado como a Igreja de Éfeso (Ap 2:1-7), ”perdida no Primeiro Amor”. Mas posso também acreditar que muitas igrejas em adaptações conseguiram excelente êxito com modelos de grupos pequenos, as quais apesar de dividirem sustentaram mais novos convertidos em células do que em muitos anos não trabalhando com esta visão.
Por fim, meu objetivo nesta postagem é trazer um alerta para os líderes que trabalham com grupos de jovens a partir de células ou grupos pequenos. O primeiro alerta de trabalho com células superficiais é quando o nome de Jesus foi ficando menos pronunciado e o nome "célula" se tornou o centro do culto, então cuidado! Alguns dos trabalhos que não deram muito certo em células [posso estar sendo muito positivista] culpo as "células superficiais" e não o modelo que era aplicado em si. Um trabalho de célula não imuniza a superficialidade em seu ministério. Um dos princípios dos pequenos grupos na Igreja Primitiva se tratava do discipulado (breve uma postagem completa sobre o assunto), discipulado não é estudo bíblico, mas é acompanhamento profundo, não é um dia da semana, mas todos os dias. Desejo que sua célula seja profunda, não em números, status ou por cumprir tarefa, desafio você ir além dessas brigas de visões eclesiásticas e fazer exatamente o que Jesus quer que você faça! SEJA PROFUNDO E NÃO SUPERFICIAL.
Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos e Movimentos] durante estas semanas. Caso queiram conversar sobre o assunto, esclarecer idéias, poste seu comentário a baixo ou envie-me um email.
REFERÊNCIAS:
site:
http://www.webartigos.com/artigos/igreja-primitiva-e-os-pequenos-grupos/55269/#ixzz26r1lJSch livro: CHO, Paul Yonggi. Grupos familiares e o crescimento da Igreja. Vida, 2001. São Paulo.
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Sobre Augusto Máximo:
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)
EVENTO - Teatro Tosco, Todo Mundo Odeia o Cris...tão. Conferência de Teatro da Igreja Batista Getsêmani
Uma entrevista Caixa Ativa que fiz com o grupo teatral da Igreja Batista Getsêmani (MG), compania TOSCO. Apresentando o Espetáculo "Todo Mundo Odeia o Cris...tão".
Em 15, 16 e 17 de novembro de 2012 haverá uma Conferência de Teatro Getsêmani, entrada gratuita.
Contato do Grupo de Teatro Tosco: soares.paulinho@gmail.com
- Como chegar na Igreja Batista Getsêmani em Belo Horizonte (MG):
EVENTO - II Festival Coletivo (em Macapá-AP)
Dia: 12/10 - 17h
Local: SEJUV - Orla do Santa Inês
Ingresso: 5,00 R$
Contato: 096 9121 4941 / 096 8105 3708
Kadosh- Dança Contemporânea e sapateado
Reluz- Dança e arte cênica
Chamas da Adoração- Teatro
Não seja+zum
Eq. Estilo livre de patins
Meninos Skate Board
Bandas:
Heloin
Sagra`s
Santuarios
Genezis
Nardo
Vibe the Jah
Mysterial
Intruder
Distribuição de panfletos educativos e de conscientização sobre temas como a violência, drogas, gravides na adolescência, evangelismo através dos esportes( com o grupo NÃO SEJA+ZUM).
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