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Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens

A partir de 2012 estive escrevendo sobre o tema, através da minha experiência e estudos envolvendo o assunto. Espero que estas postagens ajudem você, líder, ou pretenso líder a tirar dúvidas, aconselhar e ajudá-lo. Continue acompanhando o blog fazendo inscrição de seu e-mail no fim do site.

1 - Grupos de Jovens e os Cultos Superficiais

2 - Cultos Superficiais e Células Superficiais

3 - Redes de Jovens

4 - Gerando uma Rede de Jovens

5 - "Estou Cansado"

Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #5 - "Estou Cansado"


Super Comum um "belo dia" o líder dizer: estou cansado; não aguento mais; só cobranças; quanta ingratidão; só críticas e etc. Este foi só mais um dia de trabalho ministerial. Me diga quantas vezes você já pensou em abandonar tudo porque não aguenta mais? Você já perdeu aquela motivação, que outrora, você tinha? Então este post é pra você!

Evento - 4ª Edição do Programa Naum Seja + Zum


Passando aqui pra divulgar o evento que, nós do NS+Z, estamos organizando para dia 05/09 (Sábado) aqui  em Macapá-AP. O tema deste programa será: 

ARTES URBANAS - HIP-HOP E GRAFFITI, PRECONCEITO POR QUÊ?
Já sabem o que podemos esperar né? Não? Então vem ver!
ONDE?
Igreja Luz da Vida
Av. Padre Júlio Maria Lombard, 47 Centro. Macapá-AP. Próximo a Casa do Artesão
QUANDO?
05 de Setembro de 2015
19H
ENTRADA
Gratuita

Naum Seja + Zum - Uma Missão de Vida

Há 5 anos atrás em um momento de devocional extremamente extravagante na presença de Deus fui convidado para uma missão de vida. Eu saberia naquele momento explicar, só tinha um nome e um sentimento pra iniciar o projeto, não sabia o que fazer. No decorrer dos dias, Deus revelava-se a mim de uma forma incrível. Era diferente de tudo que eu conhecia, era profundo. De incomum amor ELE me ensinava sobre verdades nunca vistas em pregações, ou discursos bonitos. E o nome deste movimento insistia em martelar em minha mente "Naum Seja + Zum". 

Um certo dia tive um sonho, nele Deus me mostrava diversos jovens sofrendo pela falta de um pai, de um irmão, de um amigo... jovens desacreditados, marcados por brigas, decepções e sonhos frustrados. Eu ouvia a voz dizendo pra mim "Levante, Levante, Levante". Foi assim que acordei, com essa voz me chamando pra levar esperança. Levar um pai que nunca os abandonaria, um irmão que guarda, um amigo que confiem. Não, não estou falando de mim.

E começou assim: um passeio numa praça, uma reunião na casa ou no quarto, conversas na rua. Eu não tinha ideia do que tudo isso se tornaria, mas sabia que devia ser feito. Foi um ano tentando formalizar e nada saia do papel, só as amizades sinceras e sedentas pela presença de Deus, a única que nos alimentava e nos atraía.

Foi em 2011 que Deus começou a despertar em mim a buscar conhecimento na área de liderar jovens e adolescentes. Também foi a época que ELE começava a radicalmente a tratar meu caráter. 
Com os alguns corajosos que Deus pôs perto de mim começamos a estudar juntos. Foi quando aconteceu. Propusermos em ir pra fora, escolhemos uma praça e juntar amigos nossos para ouvir uma palavra. Para falar daquilo que Deus nos chamava a fazer. Três pessoas aceitaram a Cristo. Na outra semana quando inventamos de fazer uma vigília, alguns jovens da igreja Luz da Vida e convidados apareceram lá, e depois disso nos oficializamos reuniões na praça.


O movimento foi crescendo e tudo o que Deus nos levava a falar era sobre o seu amor. O que tornou mais vivo dentro do NS+Z (Naum Seja + Zum) a partir de então eram as amizades, que nos ensinavam, nos davam força e pouco a pouco nos tornamos o irmão que faltava, o amigo confiável, o pai que cuida.

Desde então o que mais aprendi é que o movimento quem cria é Deus, não nós. Eu sou apenas uma peça, eu sou apenas uma "caneta", como disse Keith Green - "Se Alguém escreve um grande poema, as pessoas não vão ficar aplaudindo a caneta, dizendo: 'Oh, que grande caneta! Eu sou uma caneta nas mãos de Deus'." Eu fui convidado para este movimento e ele tem se tornado parte da minha vida.

Pra você um abraço parece ser tão pouco. Pra outros, é tudo que precisavam. Pra você um abraço é tão incomodo e...
Posted by Naum Seja + Zum on Domingo, 9 de agosto de 2015

Nossa geração está continuamente mudando e Deus tem mudado bastante nossos formatos no NS+Z, só não muda essa essência, de dependência ao Daddy, não perdemos as amizades que edificam, mas agora as responsabilidades aumentaram e tentamos em tudo agradar a Deus acima de nossas convicções pessoais, nosso "acho que...". Deus me inspirou a falar DELE dessa forma não religiosa, e outros foram incendiados a conhecê-lo por quem ELE é. Não pelo que falam DELE.

#ApenasNaumSeja+Zum

Novo Trabalho Empreendedor Começando - Produção Executiva e Assessoria




Para quem não me conhece, sou músico a quase dez anos e nessa carreira já toquei com bandas autorais e cover, já investi em trabalhos próprios como também já fui freelancer por muito tempo (de vez em quando ainda acontece um convite) e sou até hoje professor particular de violão, contrabaixo  e canto. Em 2012 à 2013, participei de um treinamento de 2 anos em Santa Luzia - Minas Gerais, especificamente no CTMDT (Centro Ministerial Diante do Trono), um seminário bem diversificado, que engloba arte, teologia e missiologia. Dentre diversas matérias me foquei, por curiosidade mesmo, em uma área que, desde histórias passadas, me familiarizava bastante: a Produção Executiva.
Nestes dois anos me foquei bastante no conhecimento desta área e desde que voltei para minha cidade tenho investido o meu tempo no estudo dela mais profundo. Como esse trabalho ainda é novidade para muitos artistas daqui do estado do Amapá, decidi investir pesado em começar atuar nesta área. 
Por um pouco espaço de tempo, me sinto privilegiado, pois na época de turnês com bandas fiz amizade com muitas pessoas que já trabalham de modo indireto em produção executiva e hoje tenho todo esse recurso para aprimorá-lo. Então, quero nesta postagem publicar este começo, aos que acompanham meu blog, meu trabalho ou esteja interessados em conhecer deixo o meu contato:

E-mail: augusto.nsz@gmail.com
Cel (whatsapp): (96) 9 8118-6257 (Tim)
Skype: augusto_maximo

Como o trabalho está recente aqui na cidade, fica pra próxima postagem as bandas que estou assessorando. Mas estou aberto para conhecer seu trabalho artístico e analisar o potencial, caso se interesse na consultoria acesse o link abaixo:


Meu Indie e Acabou

De madrugada veio uma melodia. Depois veio uma harmonia. Enfim, peguei o violão e percebi a corda que faltava, não me assustei, fiz mesmo assim. Agora eu descobri que as minhas melhores inspirações sempre surgem quando faltam cordas no meu violão. Será que devo comprar jogos novos de cordas mesmo?


Oficina de Prática em Conjunto 04.10.2014 Concluída!


Neste sábado aconteceu a Oficina de Prática em Conjunto lá na Igreja Luz da Vida (Macapá-AP).
Parabéns a todos que me ajudaram e que participaram.

Crescemos muito juntos nesta tarde!

Oficina de Prática Em Conjunto


Dia: 04 de Outubro de 2014
Duração: 4h
Horário: 14h - 18h
Local: Igreja Luz da Vida.
Av. Padre Júlio, 47. Bairro Central. Atrás da Casa do Artesão.
Cidade: Macapá     UF: AP
Custo: 5,00 reais

Sobre a Oficina

PÚBLICO ALVO: Para interessados e músicos ingressados em trabalhos ministeriais de Louvor e Adoração dentro da e/ou fora da igreja.

EMENTA: Esta disciplina propõe despertar a musicalidade existente no aluno ao serviço prático e teórico do instrumento.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Aperfeiçoar as funcionabilidades instrumentais e vocais de uma ministração, preparando o músico para diferentes adversidades reais de um ministério de Louvor e Adoração de uma Igreja Local.
Conscientizar o músico de seu papel no ministério na Igreja.
Liderar Louvor sob as possíveis e diferentes adversidades comuns numa Igreja Local.
Prontificar o treinando a ter habilidade de trabalhar com músicos de diferentes níveis, fornecendo conhecimento da parte funcional de um ensaio, criação e produção de uma banda.

OBJETIVO GERAL: Proporcionar a prática de execução musical em conjunto, objetivando o desenvolvimento perceptivo da execução.

METODOLOGIA:
Aulas expositivas e práticas.
Usar a rotatividade de músicos como uma importante variável.
Estudos de casos usando os próprios inscritos.

QUEM IRÁ APLICAR:

Facilitador: Augusto Máximo. Formado em Liderança Ministerial de Louvor e Adoração pelo Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT) em Minas Gerais. Participou de Seminários e Palestras. Por 2 anos já executou oficinas, palestras e seminários voltados para as disciplinas de Louvor e Adoração, Composição e Direitos Autorais em Minas Gerais, Paraná, Ceará e Amapá. É professor de música da Igreja Luz da Vida e do Projeto Mais Educação na Escola José Leoves Teixeira, Macapá-AP. Trabalhos Gravados: EP de Prática Em Conjunto pelo CTMDT, faixas: Bendiz, Poderoso Deus e Terra Prometida de 2013; banda Genezis, álbum ELEVE de 2011; Leila Cléia, faixas: É Tudo teu e Minha Razão, Álbum 2006; banda Objetiva Demo Deixa A Máscara Cair 2005. E trabalhos freelancer.
Atualmente trabalhando em seu álbum solo com previsão de lançamento para início de 2015.

Inscrições no Local ou pelos contatos:
(96) 8118 6257
(96) 9139 3377
augusto.nsz@gmail.com

15 Dicas Para Realizar Eventos - Produção de Eventos


Não tenho uma grande carreira como produtor de eventos apesar de ter realizado alguns, mas já trabalhei muito em diversos eventos de grande porte. Foi como aprendi com tantos erros e acertos do mergulho das tarefas e ativismo de um evento. Observando eventos pequenos a eventos gigantescos, desde um encontro de bandas de uma Igreja a Festival Nacional, avalio que infelizmente há um abismo imenso na qualidade dos eventos eclesiásticos a eventos seculares, pelo que aprendi, não tem haver com dinheiro e sim porque realmente existe uma cultura do "qualquer jeito serve" ou "Deus conhece nosso coração, ele não se importa com o som e sim com nosso coração", sinceramente, você pode não concordar comigo, mas acho isso uma mediocridade hipócrita. Acho que justamente porque fazemos pra Deus ou pra homens, que façamos com qualidade, no fim das contas temos que amar a Deus e as pessoas, não entregamos à pessoas que amos qualquer coisa.
Eu também não estou dizendo que todos os eventos que formos fazer tem que ser megalomaníacos, na verdade o que estou querendo dizer é:
Se você é capaz de fazer um evento que só exige de você 50% de estrutura, então faça um que seja 45% a 50% de estrutura e não ao contrário. Conheci diversos eventos que exigem uma estrutura de 120% e ele dar 40%, e ainda cobrar ingressos por isso.
Se você nunca realizou um evento e está desejoso em começar, siga meu conselho, faça uma avaliação da estrutura que você possui primeiro, depois, faça um evento neste porte e nas próximas versões dele vá aumentando suas metas e estruturas até chegar no evento grande que você sempre sonhou.
Ex: Minha estrutura nesta primeira versão atingiu 60%, no próximo possuo uma meta de deixá-lo 90%, no terceiro 120%, etc.
Assim você evitará muitas críticas e sempre manterá público para a meta do evento que você realiza.

Agora, darei a vocês que estão iniciando na Produção de Eventos algumas dicas:
1 - Visitem Eventos.
Excelente maneira de aprender com produção de eventos é conhecendo outros eventos. Não dá pra fazer um evento sem antes ter conhecido algum, isto é algo óbvio, mas digo dos tipos de eventos que desejam realizar. Não tente fazer um Luau, se você nunca foi em um, ou só tenha visitado Raves em toda sua vida.
2 - Trabalhe em Eventos Bons Para Adquirir Experiência.
Em eventos o que não falta é trabalho, não adianta ir para os eventos somente no dia da inauguração, o melhor está nos bastidores. Quer aprender? nada melhor que a experiência. Não adianta meter a cara em fazer um evento sem que haja frustrações, problemas e imprevistos, quando você trabalha antes de produzir um, você já pode conhecer seus "inimigos" antes deles surgirem. Aprender com os erros dos outros é melhor do que errarmos para aprender com os nossos.
3 - Estudem as Propostas do Evento Que Vocês Estão Dispostos a Fazer.
Criar metas, objetivo, público, logística e recursos. Já vi eventos que você não entendia que público queria alcançar, era uma mistura só, sem metas e objetivos. Já vi fazerem eventos para adultos e saírem divulgando em escolas públicas. Se era pra alunos de escola pública, por que não se fez um evento PARA ALUNOS de escola?
4 - Anotem Tudo.
Contatos, projetos, idéias, possíveis problemas e soluções.
5 - Nunca Confie em Apenas Palavras.
Tudo tem de ser feito por documentos e registrados. Por tanto aprenda a fazê-los ou peça a alguém que lhes ensine. Você não tem noção que maior parte dos problemas geram por não cumprimento de uma palavra ou do "disse; não disse".
6 - Tirem as Idéias da Cabeça.
Literalmente! ponham no papel as idéias e cumpra. O melhor de ter as idéias em papel é que em uma reunião onde todos querem falar, você pode ler todas as idéias e discutir sobre cada uma. Saiba ler/ouvir cada ideia sem fazer acepção de quem ela está vindo.
7 - Saiba Designar Tarefas.
Quem está produzindo um evento não deve selecionar as pessoas para trabalhar consigo por afinidade e sim por capacidade. O problema de muitas vezes chamar pessoas por afinidade pode comprometer a tarefa delas, cada um deve possuir tarefas e assumir a responsabilidade de cumprí-las. Neste momento, formar equipes é muito necessário, porque cada um pode possuir uma tarefa diferente, mas o grupo todo tem o dever de entregar todas as demandas como se fossem um só.
8 - Mantenham o Foco no Evento. Respirem Ele.
Achei sempre horrível quando você está loucamente divulgando e correndo atrás das demandas enquanto sua equipe está morta, só fazendo o que lhe apraz, nada além, quando deveriam estar fervendo pelo evento assim como você.
9 - Faça Muitas Amizades e Saibam Aproveitá-las no Tempo Oportuno.
Ao visitar e trabalhar em eventos, conheçam as pessoas, o que elas fazem, quais as habilidades delas. E se disponha a ser uma amizade que elas possam contar também para os eventos delas. Fazer amizades é muito importante porque podem lhe dar conselhos, ensinar e ajudar em seus projetos também.
10 - Não Dependam dos Outros Para Trabalhar.
Evite isto o máximo possível. Por exemplo eu já vi casos da pessoa só realizar alguma demanda do evento se um fulano estiver com ele. Ou depender de transporte quando poderia realizar tudo a pé, enfim... ficar dependendo de alguém pode ser muito perigoso, porque pessoas falham e isso é comum. Não podemos depender do sucesso do outro para que tenhamos o nosso. 
11 - Sejam Enjoados.
Fale do evento como se não houvesse outra coisa melhor a se fazer na vida. Ligue para as pessoas se possível, só para falar dele e convidar. No marketing devemos aprender a ser enjoados de tanto falar sobre.
12 - Use Sua Criatividade Não Para Inventar Mais Programação.
Use sua criatividade não para inventar mais programação e sim para organizar a programação já existente. Chega a um momento que as ideias já fechadas, sua equipe comece a sonhar (no tempo errado) sobre novas programações para o evento quando deveria estar se preocupando em como realizar ou otimizar os que já estão no cronograma.
13 - Cada Versão Tem Que Ser Melhor Que a Outra.
Isto eu já falei, devemos sempre estar melhorando nossos eventos a cada versão, nunca uma versão do evento deve ser menor do que a anterior. Devemos sempre buscar a expansão do evento.
14 - Sem Problemas.
Eduque a sua equipe para que ela não venha apenas com os problemas pra você, mas que elas tragam também opções para saná-lo.
15 - Tenham um Calendário de Demandas.
Prazo em evento é primordial. Não dá mais pra deixar tudo em cima de hora, quando se faz isso você está arriscando tudo porque não cumpriu horários. Crie datas para a entrega de demandas, deixe a última semana do evento apenas para divulgação. Deixar tudo pronto antes de uma semana vai aliviar muito sua carga no dia. Já vi erroneamente produções de eventos se preocuparem tanto com a organização e esquece a divulgação por falta de tempo. No fim das contas não adiantou nada o trabalhão que eles tiveram.

Então, comece com estas dicas e vocês poderão evitar muitos descasos. Sei que há pessoas bem mais experientes do que eu nesta área que podem também deixar dicas aqui nos comentários. Também podem entrar em contato comigo e estarei esclarecendo algumas dúvidas. Recomendo aos organizadores de eventos eclesiásticos lerem minha postagem: Síntese sobre Fundamentos Bíblicos Para Estabelecer uma Cultura de Planejamento. 
No fim, dê ao seu público algo que eles mereçam assistir, não eventos que eles acham ser "perda de tempo". Todos devem sair satisfeitos. Você por ter realizado com sucesso e o público por querer sempre mais.

Um grande Abraço.

Dicas de Como Registrar Músicas, em 10 Passos:


Olá amigos do blog, faz um tempinho né? Então... Hoje gostaria muito de ajudar os músicos de minha cidade em especial e automaticamente aos que são leigos no assunto ou que são de cidades muito distantes, as quais possuem muitas dificuldades quanto ao assunto sobre registro de letras e música. 
Primeiramente precisamos compreender a importância que se tem em um registro musical, como morei em Macapá (AP) a mais de 20 anos, compreendo o quão ainda os compositores que eu conheço regionalmente são frágeis quanto a isso, assim correndo grandes riscos.
A arte de compor é um dom, (em outra postagem posso tratar melhor deste assunto), e como arte nós devemos dar o devido respeito ao que fazemos. Se você tem dado o devido valor ao que você faz, seja pra quem for (a composição), tenha a seriedade e responsabilidade. Falar de registro musical é falar de direitos autorais, para isso como um artista, você precisa compreender quais são os seus direitos e como são os processos para exigi-los.
Quando estamos falando de registro musical, seja ele de letra, arranjo ou melodia, estamos falando de Direitos Autorais, é a proteção dada pela lei 9.610/98 às pessoas que criam obras artísticas, literárias ou científicas, como livros, folhetos, revistas, músicas, letras de músicas, canções, poemas, discos, fitas [...] entre outros. O detentor de direito autoral tem direitos patrimoniais e morais sobre a sua obra.

Direitos Patrimoniais: asseguram ao autor a comercialização, distribuição e exibição do seu trabalho, isto é, sua exploração econômica. Assim, ele pode colocar sua obra à disposição pública na forma e pelo tempo que desejar, permitir ou não a tradução para outro idioma e outros.

Direitos Morais: assegura o autor o direito de ter o seu nome publicado junto com a obra, de conservá-la inédita, de modificá-la a qualquer tempo ou de impedir sua modificação, de retirá-la de circulação, dentre outros.

GALERA, É FÁCIL E É BARATO!
Então posso em outra postagem falar mais sobre os direitos e quais as penalidades de quem infringir a lei. Hoje desejo focar nos primeiros passos para o Registro de sua Música. Eu posso dar algumas dicas que, para mim (gostaria de frisar bem isto) é o jeito mais seguro e mais barato, caso você possua outros métodos à vontade, eu quero que saibam que este foi o meu melhor método (em minha opinião) que encontrei.
Há empresas que faz tudo isso para você, porém cobram muito caro (chegando a cobrar mais ou menos 480,00 reais) por um processo que vale muito menos e que você pode fazer direto na fonte que é a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Dependendo da sua localidade, no total gastará de 50,00 R$ (ou menos) a 100,00 R$, isso contando com impressões, taxa de correio e alguns orçamentos periféricos. Mas o registro mesmo custa apenas 20,00 reais para quantas músicas quiser colocar. Neste caso, vamos supor que você tenha mais de 1 música para registrar.

1º PASSO: Baixe e Imprima o Formulário e as instruções sobre Direito Autoral (clique aqui). Depois baixe os Processos para o Requerimento de Registro de Música (clique aqui), ele vai lhe dar dicas de como preencher o formulário e como criar seu portfólio. Eu resumirei isso para ser mais prático, mas é importante você baixar os dois. Caso mais a respeito da fonte destes links consulte direto o site da Biblioteca Nacional aqui.

2º Passo: Digite todas suas músicas em seu computador e siga as Instruções dadas no PDF “Procedimentos para requerimento de Registro de Música”, há 3 modos de acordo com o tipo de registro que você deseja. Então sugiro que primeiro você faça revisão de suas letras antes de mandar, o Modo 1 é para registro de uma coletânea de Partituras sem letra. O Modo 2 é para registro de músicas com letras e suas respectivas partituras, você registra a melodia da voz principal de sua música com a letra. E Modo 3 é para registro apenas de Letras (isso não impede de você pô-la com cifras). Não se esqueça que é exigido no começo deste portfólio 1 capa com o nome principal da obra (nome do seu CD talvez ou da “música de trabalho”, o que chamamos de “título da obra”) e do sumário. Obedeça ao Procedimento, lá tem todas estas explicações.

3º Passo: Imprimir. Neste caso eu imprimo sempre 4 cópias das músicas (opcional, a Biblioteca pedirá apenas 2 cópias de cada música), contudo a capa e o sumário apenas 3 cópias, nos  4ºs, 5ºs e 6ºs passos lhe explico melhor porquê.

4º Passo: Com uma cópia de cada faça o primeiro portfólio, você pode encadernar ou como preferir guardar, ele serve pra você sempre ter em mãos quais músicas você registrou, é apenas para uso pessoal. Eu uso para lembrar quais músicas mandei registrar e para amostra, já que tenho muitas músicas. Este você guarda em casa.

5º Passo: Com uma cópia de cada faça o segundo portfólio, compre duas pastas e use uma delas para este portfólio, compre 2 envelopes também, assine seu nome em todas as páginas que contém suas músicas; pós pô-las na pasta envelope-as e lacre. Leve aos correios junto com o portfólio do 6º passo.

6º Passo: Com as duas cópias que sobraram de cada música, sendo que a capa e o sumário estão sem duplicações, coloque na pasta e no envelope que sobrou (sem lacrar ainda). Este é o terceiro portfólio, contendo 2 cópias de suas músicas, e lembrando que: todas deverão ser assinadas com seu nome.

7º Passo: Pagar o seu registro é bom que seja no mesmo dia, então deixei este requisito como um dos últimos, você deve acessar o link: http://arquivo.bn.br/portal/index.jsp?nu_pagina=69 – aqui você preenche seu nome completo, seu CPF e o valor da taxa. Preste atenção! Aqui ele não especifica o valor, cada tipo de registro tem um valor específico, para o registro de música o valor é 20,00 R$, é este o valor que você deve por no campo “valor”, depois clique em “Gerar Boleto”. Imprima o boleto e pague direto no caixa do Banco do Brasil. O seu comprovante de pagamento você anexa junto com seu terceiro portfólio, sobre a capa.

8º Passo: Documentos. Faça cópias de seus documentos CPF e RG, também do seu comprovante de endereço, ponha dentro do portfólio sobre a capa, assim como o comprovante de pagamento.

9º Passo: Lacrado o portfólio 2, envie pelos correios para você mesmo. Ele serve de prova judicial por conter a data fornecida pelos correios. Este método é muito usado pelos americanos quando não tem condições de registrar músicas, ou sei lá outros motivos, eles apenas mandam a música pelos correios para si próprios. Assim, se caso você for para a justiça por causa de autoria e a comprovação ficarem muito difícil quanto à data, você poderá levar em ultima hipótese este envelope lacrado contendo todas as músicas as quais você registrou naquela data. Este é um recurso para  reforçar a segurança de sua autoria, por isso é opcional.

10º Passo: Preencha por ultimo o formulário de Registro. Deixei-o por último porque sua assinatura nele deve estar condizente com a data que você está enviando o documento. Pós o preenchimento, anexe ele junto aos outros documentos que você pôs sobre a capa do terceiro portfólio. Lacre o portfólio e envie para: 

Rio de Janeiro - RJ (SEDE) 
Escritório de Direitos Autorais 
Rua da Imprensa, 16/12º andar - sala 1205 
Castelo - Rio de Janeiro – CEP: 20030-120

É isso, agora é só esperar no prazo de 3 meses o certificado de registro. É um pouco demorado mesmo o retorno de seus documentos, mas você já pode considerar registrada se você seguiu todos os passos direitinhos. Quero ressaltar que é importante você lê as instruções dadas no PDF “Procedimentos para requerimento de Registro de Música” do que se basear apenas nesta postagem, aqui é apenas uma dica, você pode muito bem ter outros processos para registrar. Este é um modelo que recomendaria, não é uma “lei”. Espero que tenha ajudado a todos os artistas compositores que lêem meu blog, não deixem de curtir e comentar, qualquer dúvida posso humildemente tentar ajudá-los. Abraços!
Fica a dica: 20,00 reais é bem mais barato que pagar valores abusivos para adquirir um documento mais disponível do que imaginamos, o que não deveria ter nada haver com empresas privadas, mas tudo bem, você já prendeu.



Referências:
Conheça seus direitos, Readers Digest, 2000, p. 193-5
A música dentro e fora da Igreja, Atilano Muradas, Compositores e Composições, p. 108-8
Fundação Biblioteca Nacional, link direto: http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=28, acessada: 02/07/2013


Augusto Máximo - Humildade

Nova música produzida em sala de aula, Composição com Atilano Muradas. A proposta do trabalho era na criação de música (arranjo + letra) sobre o tema: "humildade". A letra eu já tinha armazenado em brainstorming, então foi prático, estava bem inspirado para compor um blues com influências nordestinas. A baixo escute a música e não deixe de por um comentário:


Pyro (Kings Of Leon) - Augusto e Daniel Sobral

Lembra da música versão do Kings Of Leon que fiz? Pois então breve estamos lançando, eu e o Daniel Sobral, um clipe com esta cover. Espero mesmo que vocês gostem.


Enquanto isso fiquem com a versão antiga do meu soundcloud:


Clipe Tarde Demais - banda Genezis

Eu estava lembrando do tempo que eu estava junto com meus amigos da banda Genezis gravando esse clipe. Esta música acompanhou não só a banda como também muitos outros amigos. Quando fiz essa música eu estava de férias em Monte Dourado - PA, achei até massa a escolha do cenário, porque retrata muito o ambiente daquela cidade. Nós havíamos pensado em outro tipo de ambiente, em meio à pinheiros... mas quando chegamos lá, a fábrica já havia reflorestado com árvores de eucalipto. Com o olhar cinematográfico de nosso amigo Ronaldo Costa, diretor do clipe, ficou bem mais fácil.
Sabe, a lição que vem neste refrão da música:
"Feridas, as marcas, o erro Ele perdoará,
Mas o tempo não voltará,
Pra amanhã será Tarde Demais"
me remete a pensar em todas essas amizades mesmo antes e depois deste clipe, muito da minha vida passou, mudou mesmo. Conceitos, preceitos, queimei preconceitos, e no fim de tudo ficou as boas lembranças, perdoamos, choramos, alegramos e isso tudo ficou em minha memória, em meu coração.
Apenas uma coisa não poderei mais resgatar: o tempo perdido. Aquele tempo que vivi, não voltará mais, então preciso aproveitar mais o meu tempo redimindo-o para as coisas que são Eternas, Deus!
Como no latim se diz: "Memento Mori" (lembra-te homem que um dia morrerás), ou como na letra desta música: "...Pra amanhã será Tarde Demais".

Carnaval de Ouro Preto 2013

Neste ano de 2013 demorando para postar novamente no blog, mas aqui estou. neste carnaval CTMDT em uma parceria para com a Jocum, estivemos em Ouro Preto fazendo impacto evangelístico, e foi top demais, muitas vidas rendidas ao Cristo Salvador. Uma retrospectiva:


3 dias de Impacto
foram incríveis!

Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #4 - Gerando uma Rede de Jovens


Na postagem passada estávamos falando sobre como surgiram as Redes de Jovens, citei algumas redes de jovens atuantes no Amapá, e os diferentes tipos de redes existentes. E em postagens mais antigas falei do que uma rede não pode ser (Culto Superficial e Célula Superficial).

Acredito que para você cada artigo tem sido uma “escola” de líderes ou interessados em Rede de Jovens, mas também pode ser que você sentiu-se inspirado ou demandado (por sua igreja) a criar (liderar) um grupo de jovens ou abrir uma rede. Este artigo será seu ponto de partida, é aqui que tudo começa do “0” (zero) para abrir um movimento com jovens.

Pensei diversas vezes como iniciar esta postagem e conversando com alguém que eu confio muito me aconselhou a começar pela seguinte pergunta: “Por que/Pra quê uma Rede de Jovens?” - realmente esse é um ótimo começo. Então antes de começar a planejar tudo se pergunte POR QUE EU QUERO LIDERAR/ABRIR UMA REDE DE JOVENS?

  • Uma Rede de jovens não é apenas um encontro de amigos, 
  • Apesar de encontrá-los na rede sempre

  • Uma Rede de jovens não é evento
  • Apesar de estar recheadas deles

  • Uma Rede de jovens não é apenas diversão
  • Apesar de nos divertirmos em muitos momentos nela

  • Uma Rede de jovens não é uma escola Bíblica
  • Apesar de lermos a Bíblia e ensinarmos a Verdade

  • Uma Rede de jovens não é apenas uma ocupação na semana
  • Apesar dela ocupar um ou mais dias em nossa semana

  • Uma Rede de jovens não é reunião
  • Apesar de haver algumas que nem se parecem com uma.

  • Uma Rede de jovens não é gincana
  • Apesar de algumas vezes haver brincadeiras

Afinal QUAL O PROPÓSITO? QUAIS AS MOTIVAÇÕES QUE VOCÊ POSSUI PARA CRIAR UM MINISTÉRIO JOVEM?
Se você está buscando abrir uma rede de jovens baseado em: modismos, truques ou fórmulas prontas, ESQUEÇA! Rede de Jovens deve transcender eventos, diversão, estudo bíblico, agenda, reunião, encontro de amigos (festinha) e etc. A razão que deve mover seu coração é a necessidade de não haver outra maneira de sobreviver se não for percebendo, ajudando e inspirando o próximo. Não caia no erro de muitos líderes assumirem um ministério de jovens para adquirir status ou criar uma rede de jovens porque é modinha hoje. Primeiro princípio: faça essa pergunta para Deus; “Por que ele deseja que você seja líder de uma Rede de Jovens?”

Eu estou lendo um livro chamado “Um Ministério com Propósitos” (Doug Fields). Um livro que eu recomendo muito para você líder, o autor é líder de jovens da Igreja Saddleback, seu Pastor, Rick Warren, é o escritor do famoso livro “Uma Igreja Com Propósitos” que com certeza você ou seu pastor já ouviram falar. Doug dá muitas dicas para líderes de jovens, finalmente um livro mais específico. O livro traça nove sólidos princípios para um líder de jovens e são estes:


1 - Estar cheio do Poder de Deus;


2 - Possuir Propósitos: Determinar motivos pelos quais o ministério existe;

3 - Público em Potencial: Identificar que jovens desejam alcançar. Na postagem anterior falei de 3 gêneros de Redes de Jovens, são elas: rede de células (jovens da Igreja), rede de alunos (evangelismo escolar), rede interdenominacional e missões urbanas (jovens de igrejas diferentes trabalhando para missões urbanas);

4 - Programas: cumprir propósitos e alcançar o público em potencial com eventos e intervenções específicas;

5 - Processo: mostrar como você pretende conduzir seu público em direção a maturidade espiritual;

6 - Planejamento de Valores: Identificar as convicções e procedimentos que ajudarão a fortalecer seus propósitos;

7 - Pais: unir-se a família para conseguir um ministério com jovens mais forte;

8 - Participação dos Líderes: Dividir tarefas e funções, conduzir a outros a bordo ajudando a comprir os propósitos da Rede.

9 - Perseverança: Saber como concentrar-se, renovar-se e sobreviver!


Como já havia mencionado que primeiro vem a pergunta à Deus, logo se ele está lhe chamando para este tipo de trabalho, certo que ele estará lhe capacitando. Capacitar não significa ficar esperando cair do céu tudo. Busque se aprofundar no estudo á Palavra de Deus, seus liderados não vão querer seguir alguém que é seco das Palavras de Vida, que apenas podem vir de uma vida de busca a Deus, nisso estará cumprindo o 1º Princípio. 
Após a busca tenho certeza que Deus lhe dará a direção do propósito pelo qual ele lhe chamou para construir uma Rede de jovens. O propósito está ligado ao gênero de Rede que você está abrindo, seja ele da Igreja Local (célula das células), de evangelização escolar/acadêmica ou urbana/interdenominacional. E então comece a Gerar!


COMECE A GERAR

Usei esta palavra “gerar” porque achei a palavra que mais chega perto do que significa “dar existência a, criar, dar origem a”. Quando falamos de “gerar” é bem comum passar por nossa cabeça uma mãe grávida e não quero descaracterizar esse estereótipo, quero usá-lo para explicá-lo sobre a responsabilidade de cuidar de jovens. Não porque é muito semelhante, mas porque assim como gerar uma criança exige uma grande responsabilidade, cuidar de jovens também.

Observe que uma mãe quando em seu ventre está gerando uma criança ela precisa ter uma mudança radical em sua rotina de vida: de alimentação saudável, de prevenção e preparação para o nascimento do bebê. Assim também o líder que está gerando um ministério precisa mudar radicalmente sua intimidade com Deus, a alimentação da Palavra de Deus deve ser saudável e mais sólida, portanto ele deve estudar as Escrituras, fazer cursos teológicos e ler livros que lhe sustente nesta caminhada. Mas a alimentação não é apenas estudo Bíblico, é também o devocional, sua vida de intimidade a sós com Deus que trará a você a comunicação ininterrupta com o Espírito Santo. Logo, suas estratégias, projetos e planos estarão alinhados nAquele que é o feitor de todas as programações. 

A prevenção do líder de jovens começa orando e apresentando os seus propósitos a Deus, logo depois é participando de outras redes e consultando outros líderes mais experientes que possam lhe dar conselhos do que evitar; dos pós e contras; das dificuldades e os benefícios; isso irá preparar mais ou menos sua visão daquilo que você enfrentará com o seu trabalho de Rede de Jovens. Não cometa o erro de usar a inteligência sem antes ter usado da sabedoria. Muitos líderes novos de jovens passam anos para aprender a liderar, que se antes, tivessem parado para ouvir líderes mais velhos, teriam economizado muito mais tempo e dor de cabeça. Então se previna orando e conhecendo.


Se você acha que tudo o que já foi dito é preparar-se de verdade está enganado, porque assim como os exames, a alimentação correta, a prevenção do bebê da mãe que está grávida ainda não é tudo, para o líder de jovens, que está já com os dois outros requisitos prontos, mesmo assim, é agora que ele começará a se preparar de verdade. É aquele momento em que os Pais da criança, depois que descobrem o sexo do bebê, começam a comprar os enxovais, a arrumar o quarto, enfim, isso sim é preparar para no nascimento. Aí tem chá de bebê e etc. O líder de jovens deve também preparar seus materiais, não só o local onde ele fará os encontros nem os recursos que usarão, mas ele deve se preparar principalmente para ter uma “Declaração de Propósitos”, depois logos, slogan, arte de camisas, projetos, eventos e etc.

A Declaração de Propósitos nunca havia visto como uma responsável ferramenta na Rede de Jovens. Mas não tê-la é como entrar em crise existencial. Imagine que é como não saber o sexo da sua criança. Logo você não saberá que tipo de roupa comprar, nem que cor pintar o quarto, ou que gênero de brinquedos terá que comprar. Não ter uma declaração de propósitos é estar arriscando e muito pior é não ter se quer Propósitos, isto é suicídio ministerial.

Imagine alguém (se isso já não aconteceu) chegando com você e perguntando sobre qual é o Propósito de sua Rede de Jovens. Imagine que ela também pergunte: “O que afinal é isso?”, me responda como definir se ao menos você não possui idéia do que se trata ainda e acabar respondendo: “Sei lá, Deus me pôs nesse negócio e ainda não entendi pra quê serve”. É claro que você não irá fazer isso, tenho certeza que você vai improvisar mais ou menos do que se trata e assim balbuciar alguns propósitos bonitos que ainda não cumpriu. Já cheguei a prestigiar momentos em minha própria Rede de Jovens que cada um dava um propósito diferente para cada pessoa que perguntava... Isso porque ainda nada estava definido, tudo fazia parte. É bem utópico e também arriscado o que eu fiz [breve comentarei mais em uma postagem sobre isso]

A declaração de Propósitos só pode ser feita a partir de Propósitos já preexistentes. Primeiro escreva para você mesmo quais os objetivos da Rede de Jovens e qual o Público que você deseja atingir. Na próxima postagem lhes ensinarei como construir sua Declaração de Propósitos, a partir do que você já fez.

Espero que estejam gostando dos artigos, apesar de serem um pouco grandes. É muito difícil resumir tantas experiências. Para você que não passou por esse processo de Gerar uma Rede de Jovens e já começou no “Parto”, não se preocupe ainda dá tempo para você também aderir princípios e propósitos.

Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos eMovimentos] durante estas semanas. Caso queiram conversar sobre o assunto, esclarecer idéias, poste seu comentário a baixo ou envie-me um email.

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Sobre Augusto Máximo:
Bacharel em Letras pelo Instituto de Ensino Superior do Amapá - IESAP
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)

Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #3 - Redes de Jovens

Redes de Jovens:  "SEVEN", "NAUM SEJA + ZUM", "ÁGAPE", "RADAR"
Nas postagens anteriores falei sobre Cultos Superficiais e Célula Superficial e tratei de explicar o que o ministério de jovens não deve ser apenas um culto ou célula. Hoje abordarei um dos mais esperados assuntos sobre liderança de jovens, as “Redes de Jovens”. Já a 2 anos que trabalho liderando Rede de Jovens e posso, com um pouco de conhecimento explicar sobre o assunto.

Uma coisa curiosíssima: não encontrei nada na internet que falasse sobre como surgiram as redes de jovens, o que se tem é como surgiram as redes de jovens e adolescentes já existentes. E nem veremos uma data detalhada que possa dizer quem fora o mentor ou o primeiro a usar o nome “Rede de Jovens”, contudo fiz uma pesquisa com a história da Igreja e pude encontrar alguns indícios de como elas vieram a surgir.

Há mais ou menos até 12 anos atrás nunca ouviríamos este nome “rede” se referindo a Grupos de Jovens, o nome usado antes eram “ministério de jovens”, não mais que isso. Um tempo depois que surgiram as células [falo um pouco sobre o surgimento em “Células Superficiais”], este nome começou a ser mais usado, mas antes mesmo de células já existiam redes de jovens, hipótese ter sido os primeiros momentos que se ouve falar sobre “rede de jovens” foi com os movimentos de evangelização nas escolas e faculdades. Uma estratégia mais aceitável sobre um nome neutro e muito defensivo quanto a causa. As Redes de Jovens nas Universidades compreendiam em um entrelaçar dos grupos de cursos e horários diferentes, como tribos, e quando estavam unidas chamavam de “Rede”, muito usado quando faziam conferências entre as outras faculdades e universidades, cada instituição era conhecida como uma rede única composta de vários grupos de jovens de cursos diferentes, horários diferentes e até de semestres diferentes, porém de uma mesma universidade. Nesses congressos e conferências juntavam as redes de jovens de diversas faculdades não só para eventos de adoração ou palavra, mas também para discutir política, assuntos de grêmio estudantil, e novas ações para ampliar o evangelismo.

Mais adiante, como bem sabemos, muitas igrejas aderiram ao trabalho de grupos pequenos e na maioria delas as células foram divididas por faixa etária, então automaticamente pela demanda de jovens, surgiam as células de jovens. As células (como grupos pequenos) tinham que se dividir em várias, já que a igreja possuía muitos jovens para 1 ou 2 células apenas. 

Quando as células se uniam para um evento sendo ele entre a mesma igreja ou com as outras denominações, não cabia chamar o nome de todas as células como se estivessem separadas, então fora optada por chamar de “Rede de Jovens” - no caso significa o coletivo de células de uma mesma denominação:
Atualmente o significado começou a ampliar, uma atitude muito rara é vermos igrejas em trabalho interdenominacional, nós chegamos a dar “Glória Deus!” por ver elas obedecendo a Bíblia e fazendo algo juntas em prol do Reino. (Sim!) É possível, há casos de Igrejas unindo as suas Redes de Jovens (não necessariamente usando esses termos) em uma só rede (rede das redes) para trabalhar. Vemos isso muito em Convenções, as quais não necessariamente as igrejas são de mesma denominação ou placa denominacional. Posso citar um Congresso de Jovens (JUBAN) que participei em Macapá-AP realizado pelas igrejas da Batista Nacional mais a Igreja Shalom. Digo que fora um dos melhores que prestigiei e trabalhei.
Vamos ver muito isso com igrejas que já possuem um peso histórico de experiências eclesiásticas a ponto de um amadurecimento que os promove a realizar tais eventos - Para o Reino.

Nem Toda Rede é um Coletivo de Células
Isso mesmo! Acabamos de visualizar na imagem a cima um desenho que mostra a coletividade das células formando a Rede, só que nem toda rede é coletivo de células. O nome “Rede Jovens” hoje em dia tem sido usado muito mais para substituir o nome: “ministério de jovens” porque dá um sentido mais abrangente e estrategista. Apesar que alguns acham que é porque fica mais esteticamente bonito (e não deixa de ser uma verdade algumas vezes), mas nunca devemos esquecer que realmente não é este o foco.


Em Macapá - AP pouco se ouvia falar de “ministério jovem”, a única imagem estereótipo que tínhamos se trava de cultos superficiais, em outras palavras: “uma chatice de sempre”. Nada tão grande quanto alguns congressos, e o surgimento das células e/ou grupo de jovens. Até então que começou a se ouvir falar das redes de jovens, Umas das primeiras no Estado do Amapá que ouvi falar era a Seven, depois Radar e a Ágape, nesse ínterim estava a Rede Naum Seja + Zum (breve falarei mais sobre ela). Encontrei algumas particularidades muito incríveis nelas que hoje posso ponderar sendo o que Macapá estava precisando. De certa forma contemplei um avivar da juventude macapaense surgindo nas Redes de acordo com estas particularidades. Exemplo:

Seven: uma rede de jovens estudantis, mobilizam ações nas escolas e faculdades ou universidades.
Radar e Ágape: rede de jovens da Igreja Quadrangular zona Norte e Centra/Sul de Macapá Amapá.
Naum Seja + Zum: Rede interdenominacional de jovens com ações voltadas para missões urbanas.
[breve mais detalhes sobre cada Rede em novas postagens]

Atualmente existem mais redes atuando no estado. Abordei nesta postagem sobre elas porque este movimento tem crescido consideravelmente e consolidado multidões de jovens. Desde então as Redes não são mais apenas a coletividade de grupos pequenos e diferentes, percebo que as redes são grupos amadurecidos ministerialmente e que estão realmente construindo e despertando o avivamento no meio dos jovens cristãos.

Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos e Movimentos] durante estas semanas. Caso queiram conversar sobre o assunto, esclarecer idéias, poste seu comentário a baixo ou envie-me um email.

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Sobre Augusto Máximo:
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)


Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #2 - Cultos Superficiais e Células Superficiais


Em uma postagem anterior eu falei sobre Cultos Superficiais, que trata-se de uma agenda na igreja que é reproduzido a liturgia domingueira de uma forma mais adaptada para jovens, isso é o que em algumas igrejas chamam de grupo de jovens: jovens responsáveis por um evento e não por um trabalho mais profundo. Agora iremos tratar das células superficiais, que não vem ser algo tão diferente quanto ao culto superficial, tem até uma imagem revolucionária, mas logo se percebe que apenas mudou-se o nome.

O trabalho com grupos pequenos, não é uma novidade, por mais que na sua igreja seja a revolução. Ele já havia surgido na Igreja Primitiva e por algum motivo não mais continuou sendo assim, foi o Pr. Paul Younggi Cho, que inspirado pelo modelo de John Wesley, fundou a Igreja Central do Evangelho Pleno em Seul (Coréia do Sul) e recomeçou a trabalhar com grupos pequenos em sua igreja com o método de grupos familiares, assim se tornando em 1982 o pastor da maior igreja evangélica do mundo. Depois disto que veio surgindo o que chamam de “células” e demais outros. 

Outro referencial de líder de igrejas que trabalham com grupos pequenos é Ralph Neighbour (Ministério Igreja em Células, 1997) ele é o responsável pelo nome que vem febreando o mundo, “células”. 

No Brasil a visão celular se deu conhecida por René Terra Nova que adaptou um trabalho de grupos pequenos do Pastor César Castellanos ao trazê-lo no Brasil para divulgar o “Governo dos Doze”, ele adaptou o “G12” para “M12”. René era um dos G12 de Castellanos. Essa visão fora trabalhada pela Igreja Batista da Lagoinha (em Belo Horizonte - MG) juntos René e Marcio Valadão propagaram o trabalho G12 pelo país. Tempos depois a Igreja Batista Lagoinha deixou o G12 e foi ao pós-início dos grupos pequenos na visão de trabalho do Pr. Paul Yonggi Cho, adaptadas e ativas até hoje na igreja.

Nesse período que houve a propagação do G12 as igrejas estavam “maravilhadas” com a visão G12 e muitas vezes chegaram a empurrar a força o “celular” ocasionando em divisões e no surgimento do que chamam de “ministérios-igreja”. Também podemos dizer que houve um certo “trauma” de alguns pastores que viram a visão não dar muito certo e desde então ter muitas repulsas ao se quer ouvir o nome: célula.

Ainda hoje existem igrejas trabalhando com modelos G12 ou M12. Esses modelos se tratavam do método de trabalho de acordo com doutrina, metodologia e/ou teologia readaptados ou reproduzidos de acordo com as próprias igrejas que aderiram ao grupos pequenos, assim, formando diversos outros modelos e nomes. Todos estes não deixam de ser grupos pequenos ou células (como podemos nos referir). Quando falo de “células superficiais” não estarei abordando do pressuposto quem é G12, M12 ou MDA, quando falo isso, estou me referindo a todo trabalho em grupos pequenos que não são profundos, assim como os cultos superficiais, as “células superficiais” são preocupados com o momento/evento e não com um trabalho mais profundo com os jovens.

Já conversei com muitos jovens de igrejas diferentes e o que eles tem a dizer na maioria das vezes sobre as células é que o líder não parece gostar muito dele, ou que estão muito preocupados em números na pequena célula, mas não preocupados com seus liderados. Um problema visível era que em algumas Igrejas o “modelo de células” se tornou tão efetivo que acabaram trocando alguns cultos que seriam para falar de Jesus e pregar o evangelho para ser reuniões de células apenas. Depois o surgimento de uma espécie de status e competição surgiu dentro do modelo usado pelas igrejas. Então muitas destas igrejas tem se tornado como a Igreja de Éfeso (Ap 2:1-7), ”perdida no Primeiro Amor”. Mas posso também acreditar que muitas igrejas em adaptações conseguiram excelente êxito com modelos de grupos pequenos, as quais apesar de dividirem sustentaram mais novos convertidos em células do que em muitos anos não trabalhando com esta visão.

Por fim, meu objetivo nesta postagem é trazer um alerta para os líderes que trabalham com grupos de jovens a partir de células ou grupos pequenos. O primeiro alerta de trabalho com células superficiais é quando o nome de Jesus foi ficando menos pronunciado e o nome "célula" se tornou o centro do culto, então cuidado! Alguns dos trabalhos que não deram muito certo em células [posso estar sendo muito positivista] culpo as "células superficiais" e não o modelo que era aplicado em si. Um trabalho de célula não imuniza a superficialidade em seu ministério. Um dos princípios dos pequenos grupos na Igreja Primitiva se tratava do discipulado (breve uma postagem completa sobre o assunto), discipulado não é estudo bíblico, mas é acompanhamento profundo, não é um dia da semana, mas todos os dias. Desejo que sua célula seja profunda, não em números, status ou por cumprir tarefa, desafio você ir além dessas brigas de visões eclesiásticas e fazer exatamente o que Jesus quer que você faça! SEJA PROFUNDO E NÃO SUPERFICIAL.

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REFERÊNCIAS:
site:
http://www.webartigos.com/artigos/igreja-primitiva-e-os-pequenos-grupos/55269/#ixzz26r1lJSch livro: CHO, Paul Yonggi. Grupos familiares e o crescimento da Igreja. Vida, 2001. São Paulo.
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Sobre Augusto Máximo:
Coordenador Geral da Rede de Jovens Naum Seja + Zum - Macapá/AP.
Seminarista do Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTMDT)


Criando Redes, Movimentos ou Ministérios de Jovens #1 - Grupos de Jovens e os Cultos Superficiais


Desde março/2012 senti uma necessidade bastante relevante em procurar livros que falem de criar movimentos juvenis, o que mais achei foi a respeito de movimentos voltados à faculdades e/ou escolas. Pouco se encontra em material para trabalhar com jovens dentro das igrejas e quase nada com formação de grupos de jovens fora da igreja ou fora da escola. 
Em muitos lugares que visitei, principalmente em igrejas que trabalham com ministério de Jovens pude apreciar diversos métodos de trabalho com jovens, a princípio, nas igrejas, podemos sempre encontrar o que conhecemos de "grupo de jovens". Grupo de Jovens vem a ser um trabalho voltado para discipular jovens na caminhada cristã dentro da igreja local, um trabalho muito mais preocupado (na maioria) em eventos na denominação voltados para o público alvo jovem, até em umas igrejas maiores encontra-se cultos inteiramente feitos por jovens para jovens. Uma característica típica do culto do "grupo de jovens" é uma adaptação do culto litúrgico comum da doutrina da igreja local com alguns acréscimos de gincanas, convites de bandas locais no estilo temático do grupo social. 
Em certos casos as Igrejas não possuem um número de jovens relevante a porcentagem de membros totais, é o que resulta na objetividade de criar um grupo de jovem: apenas para segurá-los. Na minha pesquisa percebi que jovens se identificam com igreja jovem e na maioria dos casos não consolidam em uma igreja com atividades voltadas para uma visão de linguagem não-jovem. Uma igreja assim pode se identificar como um solo de espinhos, na qual poderá sim a semente brotar, mas logo se a visão não se adaptar a demanda de conversões juvenis poderá, bem certo, sufocá-los entre os espinhos e logo não permanecerem.
Convencido estou de que a razão de jovens não consolidarem está inteiramente relacionado a trabalhos não consolidados com eles. Nessa pesquisa de campo, as Igrejas (como já havia mencionado), estão apenas preocupadas com  o evento de culto, que chamarei de "cultos superficiais".

Culto Superficial:
Louvor: Banda convidada ou da própria Igreja.
Palavra: Exortação ou Estudo Bíblico.
Gincana: Perguntas e Respostas Bíblicas dinâmicas ou quebra gelo.

Muitos podem achar um absurdo eu chamar de "culto superficial", mas veja bem não estou partindo do pressuposto de ir contra a liturgia eclesiástica, digo no aspecto que um culto superficial não alcança na esfera de acompanhamento, eu chamo de culto superficial todo trabalho de Igrejas que apenas estão preocupadas com o evento semanal de um culto temático, que na verdade é apenas o subtrair dos membros de idade mais avançada da igreja e a frequentação de jovens e adolescentes, que separam apenas um dia da semana para sentar, ir para ouvir e brincar depois retornar para suas casas.
O culto superficial é um dos motivos de uma não consolidação. É um alimento sem sustância nem alcance nas esferas completas do ser humano, que não é só "alma", é corpo também.
É importante finalizar que em algumas denominações o culto superficial fora trocado por "célula superficial", igrejas que trabalham com grupos menores também devem ter cuidado com a mudança apenas de título para a mesma coisa. Trabalhar com célula, por célula, não significa consolidação também. Mas isso é um outro assunto para outra postagem. A princípio estou partindo de uma crítica ás falhas vistas em algumas estruturas eclesiásticas quanto a trabalho  com jovens, mas no fim destes artigos também falarei dos êxitos obtidos por outras igrejas com grupos de jovens que não trabalham com cultos superficiais, que possuem seus "eventos", mas nada superficial.
Então, você que é líder de um destes grupos de jovens, reavalie de seu "ministério" ou como queira denominar, se está sendo superficial ou não. O trabalho com Grupos de Jovens não só pode como DEVE atingir esferas mais profundas do que apenas eventos semanais. 
Continue Acompanhando, falarei mais sobre este assunto em [Artigos e Movimentos] durante estas semanas.

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Augusto Máximo: Bacharel em Letras, blogueiro a 4 anos, trabalho colaborativamente como desenvolvedor  facebook, trabalhei em blogs como: Go! Augusto, Genezis, Caixa Ativa, Coletivo Palafita, e entre outros. Trabalhei com direção de mídias sociais pelo Coletivo Palafita (AP), imersão de mídias para Festival Quebramar  e agora sou diretor de mídias do programa de tv on-line Caixa Ativa. Trabalho com divulgação de mídias para bandas, grupos cênicos, artistas solo, jornalistas, colunistas e blogueiros em geral.